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Notícias / Paraná Copacol é eleita a melhor empresa do agronegócio brasileiro

segunda-feira, 14 setembro de 2026.

A força do cooperativismo e a estratégia de diversificação produtiva colocaram a Copacol no topo do agronegócio nacional. A cooperativa paranaense foi eleita a campeã do setor no prestigiado ranking do anuário Valor 1000, publicação do jornal Valor Econômico que avalia criteriosamente as mil maiores empresas do país em 28 segmentos da economia.

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O desempenho de destaque veio sustentado pelos números consolidados no último exercício, quando a Copacol alcançou faturamento de R$ 11,1 bilhões e rentabilidade de 23,2%. O resultado financeiro permitiu a distribuição recorde de R$ 224,9 milhões em sobras e complementações aos seus produtores associados.

Para o diretor-presidente da cooperativa, Valter Pitol, o prêmio coroa a seriedade e o planejamento contínuo ao longo de quase 63 anos de trajetória: “O desenvolvimento do planejamento estratégico a cada cinco anos articula o crescimento dos nossos negócios, definindo onde vamos chegar e o que devemos fazer. Tivemos momentos desafiadores e essa organização possibilita reverter imprevistos. Nosso sentimento é de orgulho: isso tudo é fruto de decisões seguras e, principalmente, da confiança das famílias cooperadas”, enfatizou Pitol.

A solenidade de entrega foi realizada em São Paulo e contou com a presença de lideranças empresariais de todo o país. A Copacol esteve representada pelo diretor-secretário Silvério Constantino, que dedicou a conquista aos mais de 11 mil cooperados e 16 mil colaboradores da instituição.

Mais de R$ 1 bilhão em investimentos até 2028

O reconhecimento reflete os aportes constantes em tecnologia, infraestrutura e sustentabilidade. Entre os destaques recentes na região está a construção da nova Unidade de Produção de Alevinos, em Quarto Centenário, equipada com moderno sistema de recirculação e tratamento hídrico que garante 100% de autossuficiência no fornecimento a campo. No segmento agrícola, a cooperativa implantou uma Unidade Refrigerada de Sementes, garantindo alto padrão e rastreabilidade na distribuição aos produtores.

O cronograma de expansão até 2028 prevê investimentos que ultrapassam R$ 1 bilhão, direcionados à ampliação de matrizeiros na cadeia avícola, novas estruturas para produção de leitões e modernização do recebimento e armazenagem de grãos.