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Notícias Geral

Hospitais e clínicas do Paraná demitem 20% dos funcionários e ameaçam quebrar com a pandemia

sexta-feira, 22 maio de 2020.

     Os hospitais e clínicas privados e filantrópicos do Paraná já começaram a demitir funcionários por causa da crise do coronavírus — que reduziu em até 50% a ocupação de leitos e também prejudicou os atendimentos clínicos, que caíram 60% desde abril. Segundo o presidente da Federação dos Hospitais e Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Estado do Paraná (Fehospar), Rangel Silva, a queda de faturamento chegou a 60% e, se os governos não ajudarem, vários hospitais do Estado irão à falência.

     “Pelo menos 20% dos funcionários do setor no Paraná, em hospitais, clínicas e consultórios, já foram demitidos ou tiveram o contrato suspenso e se nada for feito haverá mais demissões”, afirma ele.

     Tanto a Fehospar como o Sindicato dos Hospitais e Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Paraná (Sindipar) esperam que os governos do Paraná e federal deem soluções para os hospitais antes que a crise piore. Entre os pedidos, estão a isenção de taxas de luz e água e isenção de ISS (Impostos sobre Serviços) e outros impostos, além de ajuda emergencial.

     “A resposta precisa ser urgente para que as portas dos hospitais não fechem com a pandemia. Normalmente, os hospitais privados demoram 60 dias para receber pelos serviços, mas os fornecedores que, antes davam o mesmo prazo para pagar, agora cobram à vista, por causa da crise, o que complicou ainda mais”, explica o presidente do Sindicato dos Hospitais e Estabelecimentos de Saúde do Paraná (Sindipar) e da Federação das Santas Casas de Misericórdia e Hospitais Beneficentes do Estado do Paraná (Femipa) Flaviano Feu Ventorim.

     A queda na ocupação de leitos foi impulsionada pelas medidas de contenção à Covid-19, situação que fez com que a maioria das cirurgias e consultas eletivas fossem canceladas, causando um esvaziamento dos hospitais. Ironicamente, o setor investiu pesado em estrutura para esperar a pandemia.

     “Estamos agora equipados e com os leitos vazios, o que é ótimo. São os paradoxos da saúde”, ccomenta Ventorin. Ele lembra também que pela primeira vez os hospitais privados estão em pior situação financeira que os filantrópícos: “Porque eles recebem ajuda e doações, ao contrário dos particulares que só contam com eles mesmos”.

     O Paraná tem 484 hospitais privados (filantrópicos e não filantrópicos) e públicos. São aproximadamente 28 mil leitos no Estado, sendo 4,3 mil leitos de UTI. (Bem Paraná)

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