Ao contrário do que foi divulgado anteriormente pela Tribuna da Região, Veridiana Gaya Menin Machado Sate, de 40 anos, vítima do atentado a tiros ocorrido na noite de sexta-feira (17), em Campo Mourão, permanece viva. Ela está internada em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Santa Casa.
A reportagem publicou a informação de que Veridiana havia morrido com base em dados divulgados por veículos de imprensa de Campo Mourão, que, por sua vez, reproduziram um comunicado encaminhado pela Secretaria de Estado da Segurança Pública do Paraná (SESP) informando o óbito da vítima.
No entanto, horas depois, a própria Secretaria reconheceu o equívoco e emitiu uma errata, esclarecendo que a informação anterior estava incorreta. Em seguida, a Santa Casa de Misericórdia de Campo Mourão também divulgou uma nota oficial confirmando que Veridiana permanece internada na UTI, recebendo atendimento médico.
As investigações sobre o atentado continuam. De acordo com a SESP, uma mulher foi presa em flagrante durante a operação por estar em posse de munições, porções de entorpecentes, antenas para bloqueador de sinal e material explosivo. A Polícia Civil apura se ela tem envolvimento com o ataque.
Até o momento, o atentado deixou duas vítimas fatais: Michael Zachytko Cavalcante, de 38 anos, e Marcio Bertholdo Geraldo, de 43 anos.
As investigações apontam que a motivação do crime ainda é desconhecida. No entanto, segundo informações da RPC, a principal linha de investigação da polícia é de que a mulher seria o único alvo do atirador. A relação dela com o adolescente que morreu no ataque ainda não foi esclarecida.


















