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Notícias Polícia

Suspeito pela morte da menina encontrada na mala é identificado

quinta-feira, 19 setembro de 2019.

A pequena Rachel Genofre, foi encontrada morta em 2008, dentro de uma mala

     Um trabalho conjunto com a integração da base de dados entre Paraná, São Paulo e Brasília permitiu a identificação de uma pessoa suspeita pela morte de Rachel Genofre, a menina que foi encontrada dentro de uma mala na rodoferroviária de Curitiba. O crime aconteceu em 2008 e agora, 11 anos depois, a Secretaria de Segurança Pública do Paraná (Sesp) apresenta novidades.

     A morte da menina, de apenas nove anos, causou grande repercussão e, após 11 anos, nenhum suspeito havia sido identificado. No ano passado, familiares e amigos chegaram a distribuir panfletos em um ato que marcou uma década sem justiça.

     De acordo com a Sesp, o autor do crime está preso, em Sorocaba (SP), desde 5 de julho de 2016. Carlos Eduardo dos Santos morava no centro de Curitiba na época do assassinato.

     Segundo informações da Sesp, o suspeito trabalhava como porteiro em São José dos Pinhais e diariamente fazia o mesmo trajeto que Rachel. Exames de DNA, com o material genético, comprovam a autoria do crime.

Carlos Eduardo dos Santos morava no centro de Curitiba na época do assassinato

     O homem está na Penitenciária 2 da Comarca de Sorocaba e possui diversos crimes, incluindo suspeita de estupro, estelionato e adultério.

     A Sesp informou que 116 pessoas foram investigadas desde 2008. Para a polícia o caso está solucionado.

Rachel Genofre foi encontrada dentro de mala

A mala com o corpo da pequena foi deixada na rodoviária de Curitiba

     A menina desapareceu no dia 03 de novembro de 2008, após sair da escola, que fica na Rua Emiliano Perneta, no centro de Curitiba, e foi vista pela última vez na Rua Voluntários da Pátria, próximo à Praça Rui Barbosa.

     O corpo foi encontrado na madrugada do dia 05 de novembro, dois dias depois do desaparecimento, dentro de uma mala, embaixo de uma escada na Rodoferroviária de Curitiba.

     O laudo do Instituto Médico Legal (IML) confirmou que a pequena foi estuprada, agredida, queimada com cigarro e morta por asfixia. Até hoje, ninguém sabe ao certo o que aconteceu entre a saída da escola até o corpo ser encontrado. Ao longo dos anos, o caso continua sendo lembrado e, durante esse tempo, pelo menos 200 exames foram confrontados com o material genético encontrado no corpo de Rachel. (Ric)

 

 

 

 

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