Os consumidores paranaenses já podem encontrar um dos sabores mais aguardados do outono com preços atrativos nas prateleiras. A safra de caqui no Paraná entrou em seu período de maior oferta, concentrada entre os meses de março e junho. Além de ser uma excelente opção nutricional para a época, a fruta apresenta cotações competitivas nas Centrais de Abastecimento (Ceasa/PR), tornando-se uma oportunidade tanto para o agricultor, que vê a valorização do produto no atacado, quanto para o consumidor final.
Segundo dados do Departamento de Economia Rural (Deral), o Paraná é atualmente o 5º maior produtor nacional. Em 2023, foram colhidas 6,2 mil toneladas em uma área de 470 hectares, gerando um Valor Bruto de Produção de R$ 18,2 milhões.
A produção está concentrada principalmente nas regiões de Curitiba, Ponta Grossa, Cornélio Procópio e Apucarana, com destaque para o município de Arapoti, maior produtor do Estado.
Com maior oferta nas Centrais de Abastecimento (Ceasa/PR), os preços no varejo já apresentam queda, chegando a reduções de até 21%. No atacado, o produtor chegou a receber R$ 148,11 por caixa de 20 quilos, refletindo a valorização da fruta.
O Paraná, além de abastecer o mercado interno, contribui para que o Brasil mantenha sua presença no mercado externo. As exportações chegaram a US$ 369 mil em 2025, um salto de 248% em relação a 2024 (US$ 106 mil).
No atacado paranaense, as variedades chocolate, fuyu e taubaté têm demonstrado variações de preços que favorecem as compras de temporada. Recentemente, o produtor paranaense chegou a receber R$ 148,11 por caixa de 20 kg, um reflexo da valorização da fruta no mercado, enquanto o varejo registrou reduções de até 21% em relação ao mês anterior. Esse cenário de fruta da temporada reforça a importância de aproveitar o auge da colheita, quando o caqui atinge seu melhor padrão de sabor e frescor.
















